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A origem da peregrinação a Compostela pelo Caminho do Norte, no limite astur-galaico, remonta-se aos momentos imediatamente posteriores à Descoberta do Túmulo do Apóstolo Santiago (século IX).
Os caminhos astur-galaicos foram pioneiros em trazer peregrinos a Santiago. Esta rota possuía uma vitalidade semelhante aos demais caminhos jacobeus "primitivos", antes de que, nos ss. XI-XII, os monarcas hispânicos favorecessem o Caminho Francês como itinerário jacobeu privilegiado. Mas a promoção do Caminho Francês não produziu a decadência dos caminhos de peregrinação astur-galaicos, já que o troço Leão-Oviedo se impulsou desde finais do s.XI.
Em geral, os peregrinos vinham por terra desde a França, ou por mar, parando nos portos vascos, cântabros e galegos, procedentes de países europeus do norte. Depois caminhavam ao encontro de São Salvador de Oviedo e do jubileu compostelano.
Para a entrada da Galiza havia diferentes alternativas. Podia-se atravessar de barca, de Castropol a Ribadeo, que recebia outros peregrinos por mar e tinha um hospital, e também se podia passar pelo lado do rio Eo, que possuía várias pontes, uma de elas a de Santiago de Abres. Estas passagens geravam diferentes itinerários em direcção à Lourenzá, Mondoñedo e Lugo.
| Consellería de Cultura, Comunicacíon Social e Turismo |
| Xerencia de Promocíon do Caminho de Santiago |
| http://www.xacobeo.es |
| "Xunta de Galicia 2001" |
| Os Caminhos de Santiago |
| O Caminho Portugués das Peregrinações a Santiago |
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